Arquivos da categoria: Disciplinas

Partes do corpo amassando copos

Uma maneira legal de revisar as partes do corpo numa aulinha de ciências ou de algum outro idioma é amassando copos descartáveis com as diferentes partes. Minha intenção era fazer uma competição entre duas equipes, mas não consegui organizá-los tamanha era a vontade deles de amassar os copos. Eles simplesmente a-do-ram destruí-los e fazer aquele barulho peculiar.

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Amassaram com a testa, queijo, nariz, orelha, palma da mão, punho cerrado, dedo indicador, cotovelo, barriga, costas, bumbum, joelho, calcanhar, ponta dos dedos e canela, pelo que me lembro agora.

Quando a brincadeira acabou, havia muitos copos destruídos no chão. Brincamos de pisá-los como se formassem um caminho de pedras e, mais tarde, ainda decidimos jogá-los para o alto e tentar atingi-los com socos e chutes de karatê.

Depois estavam todos como eu esperava: cansados.

Trabalhando em dupla: achar balões escondidos

Enumerei vinte balões e escondi-os pela casa, alguns mais visíveis e outros mais difíceis de serem encontrados. Para conseguir fazer isso sem que meus filhos me vissem, dei duas lanternas e pedi para eles ficarem por alguns minutos no banheiro com as luzes apagadas (é o único cômodo da minha casa que fica totalmente escuro) como breve distração.

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Ao terminar de escondê-los, coloquei as crianças em pares e dei a cada dupla uma folha com desenhos dos cômodos e os números de 1 a 20. A regra do jogo era a seguinte:de mãos dadas, cada dupla deveria procurar por todos os balões (eu dei a dica de que havia 4 por cômodo) e ligar o número do balão encontrado ao desenho do lugar onde ele estava escondido.

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Nem sempre eles ficaram com as mãos dadas, mas conseguiram ao menos permaneciam perto de suas duplas. O mais velho fez tudo numa absoluta tranquilidade com o de 2 aninhos, que também chegou a contribuir achando um balão antes do irmão. Eles entravam num recinto e ali ficavam até acharem todos os 4 balões. Mas as duas outras duplas estavam tão agitadas e ansiosas com a caça que corriam de um lado para o outro. Certamente foram elas que deram o ritmo frenético à brincadeira.

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Depois que verificamos o desempenho de cada dupla, a tarde continuou bem animada. Os balões serviram de estrelas, bolas de futebol, de baseball e de golf. Quando o pai chegou, ele reuniu todos os balões num canto e pedia para acharem um determinado balão. Também brincamos de correr equilibrando 4 ou 5 balões nos braços. Só não deixei espocarem… Essa fica para outro dia.

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Arte no Museu

Num belo dia de junho resolvi levar meus pequenos ao museu sem sair de casa. Procurei na internet por imagens com boa resolução de quadros que já conhecia e imprimi 10 em cartolina branca tamanho A4. Sem nome de autor ou de obra e também sem moldura.

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Tirei toda a tralha do hallzinho de entrada do nosso apê (cabides, sapatos, carrinho de bebê), limpei-o, coloquei as imagens nas quatro paredes e bancos no centro para que eles pudessem sentar, como num museu. Tudo isso longe dos olhares deles, que estavam num quarto esperando o museu abrir.

Ao entrarem no recinto, recebiam uma folha de papel com as imagens dos quadros expostos. Ali eles deviam circular as obras que mais gostaram e riscar com “X” as que não gostaram. Meu filho mais velho, que tende muito mais para exatas, gastou somente uns rápidos minutinhos nessa primeira parte. Mas as meninas se deleitaram muito mais. Sentaram, conversaram, trocaram ideias, riram; enfim, levaram mais tempo no na salinha.

Quanto todos haviam terminado, conversamos sobre as impressões de cada um e a participação deles me surpreendeu. Observaram cores, linhas e formas e deram possíveis significados e explicações para o que era retratado. Foi muito bacana.

Para mim, a atividade tinha terminado aí, mas as meninas queriam mais. Pediram casacos para voltarem ao museu vestidas apropriadamente. Quando os dois menores acordaram, as meninas levaram a tarefa deles à frente–eles deviam ver as imagens pequenas e achar o quadro correspondente na parede.

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Como se não bastasse, elas ainda queriam mais. Reconheceram algumas obras, com a de Van Gogh e de Da Vinci e começaram a me perguntar sobre as outras. Foi aí, então, que me propus a ser guia em um tour de patinete. Nesse pequeno espaço, fiz os pequenos darem voltas e voltas nos bancos em dois patinetes indo e vindo de um quadro para outro para escutarem minhas informações sobre os artistas, as histórias por detrás de algumas obras, e coisas assim. A minha filha do meio correu e imediatamente começou a escrever os nomes nos papeis, por exemplo “van koki”.

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No dia seguinte, demos molduras de lentilhas e macarrão para duas das obras que eles mais gostaram.

Jogar dominó

Nem sempre dá para bolar atividades diferentes ou confeccionar algum material novo. Nessas horas busco o que já tenho (às vezes esquecido) para entreter meus pequenos.  Um bom exemplo é jogo de dominó.

Brincamos de formas diferentes. Umas vezes só unidos as pontas de mesmo número, outras vezes somando as extremidades de forma que faz-se pontos quando se obtém múltiplos de 5, ou simplesmente num jogo de velocidade ou como tijolos ou para derrubá-los em sequência. Na minha experiência, todas essas variações divertem as crianças. E ainda pode-se ensinar um pouco de matemática (números, adição e multiplicação, principalmente).

Dominó para mim é um coringa.

Verificando se consegue fazer algum ponto

Verificando se consegue fazer algum ponto

Pequeno acha uma peça igual: "não tem nada aqui"

Pequeno acha uma peça igual: “não tem nada aqui”

Números, soma e subtração em tapete

 

Tapete

Nosso tapete de E.V.A. é de números. Um dia montamos o tapete com os números fora de ordem. A ideia inicial era as crianças buscarem pelo número que eu dissesse e ali eles ficarem até eu chamar o próximo número. Foi muito legal, pois eles adoraram a agonia e a correria.

Mas depois de um tempo, percebi que as de 5 e 7 anos não estavam mais buscando para si, mas ajudando os menores de 2 e 3 anos. Então, resolvi acrescentar uma variável: para cada número que eu dissesse elas deveriam adicionar mais 2 e pisar no número correspondente ao total da soma. Aí sim a brincadeira ficou mais interessante para elas. Depois de praticar um pouco adição, fizemos o mesmo com subtração.

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