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Lugares em inglês

Há algumas semanas, mencionei que havia usado um mapa feito para uma atividade de inglês durante uma outra de geografia sobre trânsito. Na aula de inglês, o mapa havia sido utilizado para a apresentação do vocabulário sobre estabelecimentos encontrados em um bairro, como padaria, restaurante, igreja, supermercado, etc. Meus pequenos pegavam figuras dos lugares e colocavam sobre os devidos nomes escritos no mapa.

Lugares ao meio

Lugares ao meio

Revisão com diversão

A atividade de hoje aconteceu num outro momento. Para relembrar os termos em inglês dos estabelecimentos estudados, bolei a seguinte brincadeira. Sabe aquelas figuras usada no exercício anterior? Cortei-as ao meio, como mostra a foto acima, e coloquei-as num pote.

Metades no pote

Metades no pote

O jogo consistia em que cada um dos participantes, no caso meus dois filhos mais velhos e eu, pegasse um pedaço e perguntasse ao outro aonde ele se dirigia. Por exemplo: Where are you going?, meu filho perguntou para a irmã. E ela, olhando para sua metade, respondeu: “To the park.” Como meu filho tinha a metade do supermercado na mão, ele somente disse: “Ok. Bye.” Esse tipo de diálogo aconteceu muitas vezes.

Cada um pegando sua metade.

Cada um pegando sua metade.

Ansiedade

O que todos esperavam demorou um pouquinho para acontecer, que era dois de nós tirar as metades de um mesmo lugar. Quando isso acontecesse, o segundo interlocutor deveria gritar “Me too!” ao ser indagado para onde ele estava indo. Foi um barato! Eles se empolgaram, tentavam ver o papelzinho na mão do outro e enrolavam para pegar um do pote na esperança de tirar o par que completasse o do mano. E depois que aconteceu o primeiro casamento, os outros vieram um atrás do outro.

Cômodos em inglês com balões

Uma atividade que fez bastante sucesso durante nosso estudo das partes da casa em inglês foi o acha-acha de balão (oposto ao esconde-esconde). Eu tinha duas intenções: primeiro, promover e reforçar o vocabulário específico do assunto (cômodos e móveis), a estrutura “in the (part of the house)” e as preposições “on/in/under”. E segundo, aprender brincando!

Tinha gente sentada na cadeira,...

Tinha gente sentada na cadeira,…

Foi necessário uma pequena preparação: enchi vários balões coloridos, desenhei um rostinho em cada um e identifiquei-os com o nome de alguém conhecido. Os espalhei pela casa, posicionando-os inclusive em lugares inusitados, como, por exemplo, debaixo do teclado e na pia do banheiro.

...debaixo da mesa do teclado...

…debaixo da mesa do teclado…

A primeira atividade consistia em passear pela casa e, ao se deparar com “alguém”, exclamar algo do tipo: “Look! André is in the …!” ou “I found Aunt Lia on the piano!” As crianças se divertiam quando viam “quem” eram os balões. À minha filha de 5 anos, que está aprendendo a ler, eu pedia para que ela lesse os nomes.

Depois de achados todos os balões, nos reunimos na sala e desafiei-os a lembrarem onde todos os conhecidos estavam, indicando os cômodos. Muito motivados, eles prontamente começaram: “Uncle Davi is in the living room!”, etc.

...até dentro do cesto de brinquedos!

…até dentro do cesto de brinquedos!

O clímax foi o acha-acha. Reposicionei os balões pela casa, uns ficando mais escondidos que outros, enquanto eles ficaram esperando num quarto. Então, expliquei que havia escondido os balões-pessoas pela casa e que eles teriam que procurá-los. Eles teriam 10 segundos para cada um reportar pelo menos 1 balão. Após o corre-corre, eles retornavam e diziam quem eram e onde estavam os balões: “It’s Davi. In the kitchen!” Repetimos esse processo 5 vezes!

Tirando uma soneca no quarto.

Tirando uma soneca no quarto.

Muitas vezes, as respostas e frases não saíam perfeitas nem rápidas. Foi preciso paciência para deixá-las terminar de se expressarem. Busquei não interrompê-las, pois nesse caso havia muita emoção em jogo. Afinal, elas não estavam preocupadas somente com a estrutura correta e o vocabulário de uma outra língua, mas principalmente em realizar o que foi pedido, finalizar a brincadeira!

Preposições inglesas on, in, under

Meus pequenos e eu realizamos muitas atividades e exercícios durante o estudo das preposições inglesas on, in e under. Dentre elas, compartilharei duas.

A primeira foi “esconder” 10 lápis pela sala, como mostram as fotos abaixo. Pedi para as crianças andarem pela sala e, quando avistassem um lápis, apontassem para o local e dissesse algo do tipo: “Look! I found one on the sofa!” ou “There’s a pencil in the box.” Uma vez encontrado um lápis, ele era recolhido. No final, quando todos os 10 lápis haviam sido encontrados, pedi para que os pequenos recordassem os locais onde os lápis haviam sido escondidos. Então eles deviam me dizer (novamente!) algo do tipo: in the cup, under the chair, etc. Finalizei pedindo para o meu mais velho escrever as frases no caderno.

Lápis em cima...

Lápis em cima…

...e embaixo do sofá,

…e embaixo do sofá,

e dentro da caixa.

e dentro da caixa.

Num outro dia, voltamos a praticar as preposições com um joguinho de memória: dispus alguns objetos minuciosamente posicionados em cima da mesa, dei alguns poucos minutos para as crianças memorizarem o que viam. Então cobri tudo com uma toalha e perguntei:  “Where’s the doll?” Foi bacana ver todos animados para responder “on the book.”

Primeira disposição de objetos: "Doll is on the book."

Primeira disposição de objetos: “Doll is on the book.”

Minutos de concentração para download da imagem no cérebro.

Minutos de concentração para download da imagem no cérebro.

Checamos as repostas removendo a toalha. E recomeçamos a brincadeira reposicionando os objetos, cobrindo tudo com a toalha e perguntando onde estavam os objetos.

Segunda disposição de objetos: "Doll is under the book."

Segunda disposição de objetos: “Doll is under the book.”

What’s this?

Quando uma pessoa pergunta O que é isso? fica implícito que ela não sabe do que se trata, certo? Meu filho de 7 anos pensa da mesma forma. Fui praticar What’s this?/What is it? na identificação de objetos escolares daquele velho e tedioso modo: apontar para uma figura, fazer a pergunta e esperar a resposta It’s a/an… Errei feio. Ele logo me falou que essa atividade era chata porque não havia necessidade de eu o questionar, uma vez que nós dois já conhecíamos os objetos. Pensei com os meus botões: “Faz sentido.”

Comecei escondendo objetos num saco para ele adivinhar. Num outro momento vendei seus olhos para ele adivinhar novamente. Num outro dia, tirei fotos dos objetos bem de pertinho, revelando somente detalhes. Finalmente, bolei a seguinte atividade.

What's this? I think it's a pen.

What’s this? I think it’s a pen.

Decidi esconder figuras parcialmente e questioná-lo que objetos eram aqueles. Sobrepondo um papel grosso e escuro com um furo no meio a uma figura (as outras ficam viradas para baixo), pedia para ele me dizer o que era. Ele passeava a folha preta tentando descobrir detalhes das figuras através do buraco. E como acontece na realidade, ao tentar identificar o objeto, ora ele respondia prontamente, ora ele hesitava, com dúvidas. Vi uma abertura para ensinar I think.

What is it? It's a... book!

What is it? I think it’s a… pencil!

A atividade permitiu que praticássemos as estruturas What’s this?/What is it? perfeitamente, além de fornecer um verdadeiro motivo para o diálogo. “I think…”  veio de bônus!

Hello! What’s your name?

Para estrear esse blog, selecionei uma atividade de como se apresentar e cumprimentar em Inglês usando máscaras feitas com palitos de picolé.

I'm Buzz Lightyear. And you?

I’m Buzz Lightyear. Nice to meet you.

Para obter os rostos de personagens que agradassem meus pequenos, digitei os nomes dos personagens e a palavra “mask” numa pesquisa do Google, e.g.: Cinderela mask. Então, selecionei imagens de personagens femininos e masculinos em tamanho grande e com boa resolução. Após imprimi-las e cortá-las, eu as colei contra um papel mais grosso (e.g.: cartolina) com um palito entre elas para servir de suporte.

A prática do diálogo seguia mais ou menos assim: um dos pequenos fica de costas para os outros e segura uma máscara à frente de seu rosto, assumindo uma nova identidade. Vem então uma outra criança que bate no seu ombro e fala: “Excuse me. What’s your name?” Nessa hora, a primeira vira com a máscara à sua frente e se identifica: “I’m Buzz Lightyear.” O diálogo segue: “Oh! Nice to meet you, Buzz (ou Mr. Lightyear). How are you?” “I’m great. To infinity and beyond!” E por aí vai. Minhas meninas adoram essa atividade.