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Atividades para < 3 anos

Partes do corpo amassando copos

Uma maneira legal de revisar as partes do corpo numa aulinha de ciências ou de algum outro idioma é amassando copos descartáveis com as diferentes partes. Minha intenção era fazer uma competição entre duas equipes, mas não consegui organizá-los tamanha era a vontade deles de amassar os copos. Eles simplesmente a-do-ram destruí-los e fazer aquele barulho peculiar.

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Amassaram com a testa, queijo, nariz, orelha, palma da mão, punho cerrado, dedo indicador, cotovelo, barriga, costas, bumbum, joelho, calcanhar, ponta dos dedos e canela, pelo que me lembro agora.

Quando a brincadeira acabou, havia muitos copos destruídos no chão. Brincamos de pisá-los como se formassem um caminho de pedras e, mais tarde, ainda decidimos jogá-los para o alto e tentar atingi-los com socos e chutes de karatê.

Depois estavam todos como eu esperava: cansados.

Brincadeiras com rolos

Tudo que me parece ter potencial para uma atividade ou brincadeira, eu guardo. Gosto especialmente quando envolvo meus filhos e compartilho com eles a responsabilidade de também buscar material. Há meses, por exemplo, guardávamos os rolos de papel higiênico e de papel toalha. De repente, quando vimos a caixa de rolos, ela estava cheia e aí foi a hora de bolarmos alguma brincadeira.

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Vô, mamãe, titio e maninha.

A brincadeira escolhida foi cada um desenhar um parente para os outros adivinharem. Simples, simples, mas eles curtiram pelo simples fato de não ser em papel. E como tínhamos muitos rolos, eles puderam desenhar mais de uma vez.

Depois os menores brincaram de historinha, como se os rolos fossem personagens. E foi divertido escutar eles conversando com o “vovô” e o “titio”.

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A grande campeã!

Os rolos ficaram espalhados pela casa por um tempo até eu decidir guardá-los ou jogá-los, mas eis que surge mais uma ideia: desafio de equilíbrio. Tínhamos que empilhar os rolos, como se fosse um totem; aquele que conseguisse erguer uma torre com o maior número de rolos ganhava. O recorde foi de 9!

Trabalhando em dupla: achar balões escondidos

Enumerei vinte balões e escondi-os pela casa, alguns mais visíveis e outros mais difíceis de serem encontrados. Para conseguir fazer isso sem que meus filhos me vissem, dei duas lanternas e pedi para eles ficarem por alguns minutos no banheiro com as luzes apagadas (é o único cômodo da minha casa que fica totalmente escuro) como breve distração.

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Ao terminar de escondê-los, coloquei as crianças em pares e dei a cada dupla uma folha com desenhos dos cômodos e os números de 1 a 20. A regra do jogo era a seguinte:de mãos dadas, cada dupla deveria procurar por todos os balões (eu dei a dica de que havia 4 por cômodo) e ligar o número do balão encontrado ao desenho do lugar onde ele estava escondido.

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Nem sempre eles ficaram com as mãos dadas, mas conseguiram ao menos permaneciam perto de suas duplas. O mais velho fez tudo numa absoluta tranquilidade com o de 2 aninhos, que também chegou a contribuir achando um balão antes do irmão. Eles entravam num recinto e ali ficavam até acharem todos os 4 balões. Mas as duas outras duplas estavam tão agitadas e ansiosas com a caça que corriam de um lado para o outro. Certamente foram elas que deram o ritmo frenético à brincadeira.

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Depois que verificamos o desempenho de cada dupla, a tarde continuou bem animada. Os balões serviram de estrelas, bolas de futebol, de baseball e de golf. Quando o pai chegou, ele reuniu todos os balões num canto e pedia para acharem um determinado balão. Também brincamos de correr equilibrando 4 ou 5 balões nos braços. Só não deixei espocarem… Essa fica para outro dia.

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Rolo compressor

No intervalo e no final dessas últimas atividades que realizamos no tapete de E.V.A., ainda deu tempo para mais uma brincadeira: rolo-compressor, ensinada pelo tio engenheiro.

As crianças deitam no tapete bem retinhos e bem juntinhos uns dos outros e um que está numa das pontas sobe por cima do que está ao lado e vai rolando por cima de todos até chegar ao outro extremo da fila. E todos vão gritando: Lá vem o rolo compressooooor!

Tapete humano

Rola muitas cócegas, risos e gritinhos. Não raro um acaba saindo da rota e rolando pro chão. É muito divertido.

Claro que quanto mais criança, melhor, mas não subestime a brincadeira em par. Eu já brinquei assim e também é muito legal.

Nota: os maiores e mais pesados precisam estar atentos para apoiarem seus pés e mãos no chão e não nos corpos dos outros para não machucar os menores.

Esportes olímpicos

Vou aproveitar o clima das Olimpíadas no Rio para publicar meu primeiro post de retorno. A brincadeira não foi exatamente planejada, veio mais como uma variação. Ela é super-simples, não precisa de nada mais além de uma lista de esportes olímpicos.  para meus filhos lembrarem dos jogos e dos esportes. Eu a escolhi porque superou minhas expectativas.

Estátua!

O joguinho consistia em imitarem movimentos de atletas de diversos esportes olímpicos como se fossem estátuas gregas, com posições precisas e músculos rijos.

Um saca, outro recebe e outro bloqueia

Vôlei – um saca, outro recebe e outro bloqueia

Barco lotado!!!!

Remo – barco lotado!!!!

Teoria x Prática

Deixei-os livres para escolherem as poses e, uma vez parados, eu falava algo sobre o esporte ou os atletas ou a hipotética partida com uma voz diferente, como se eu fosse um comentarista. Eles riam tanto ao me escutar falando diferente–super-rápido, grosso, fino, ofegante, gritando, etc–que mal conseguiam se manter as poses… 🙂

Adoraram ser espadachins

Esgrima – adoraram ser espadachins

Um na posição de largada, outro já correndo, e uma espertinha já rasgando a linha de chegada!

Atletismo – um na largada, outro já correndo, e uma espertinha já rasgando a linha de chegada!