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Partes do corpo amassando copos

Uma maneira legal de revisar as partes do corpo numa aulinha de ciências ou de algum outro idioma é amassando copos descartáveis com as diferentes partes. Minha intenção era fazer uma competição entre duas equipes, mas não consegui organizá-los tamanha era a vontade deles de amassar os copos. Eles simplesmente a-do-ram destruí-los e fazer aquele barulho peculiar.

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Amassaram com a testa, queijo, nariz, orelha, palma da mão, punho cerrado, dedo indicador, cotovelo, barriga, costas, bumbum, joelho, calcanhar, ponta dos dedos e canela, pelo que me lembro agora.

Quando a brincadeira acabou, havia muitos copos destruídos no chão. Brincamos de pisá-los como se formassem um caminho de pedras e, mais tarde, ainda decidimos jogá-los para o alto e tentar atingi-los com socos e chutes de karatê.

Depois estavam todos como eu esperava: cansados.

Brincadeiras com rolos

Tudo que me parece ter potencial para uma atividade ou brincadeira, eu guardo. Gosto especialmente quando envolvo meus filhos e compartilho com eles a responsabilidade de também buscar material. Há meses, por exemplo, guardávamos os rolos de papel higiênico e de papel toalha. De repente, quando vimos a caixa de rolos, ela estava cheia e aí foi a hora de bolarmos alguma brincadeira.

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Vô, mamãe, titio e maninha.

A brincadeira escolhida foi cada um desenhar um parente para os outros adivinharem. Simples, simples, mas eles curtiram pelo simples fato de não ser em papel. E como tínhamos muitos rolos, eles puderam desenhar mais de uma vez.

Depois os menores brincaram de historinha, como se os rolos fossem personagens. E foi divertido escutar eles conversando com o “vovô” e o “titio”.

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A grande campeã!

Os rolos ficaram espalhados pela casa por um tempo até eu decidir guardá-los ou jogá-los, mas eis que surge mais uma ideia: desafio de equilíbrio. Tínhamos que empilhar os rolos, como se fosse um totem; aquele que conseguisse erguer uma torre com o maior número de rolos ganhava. O recorde foi de 9!

Adivinhação pelo tato

É sempre bem legal brincar de adivinhar objetos com os olhos vendados. E pequenas variações ajudam a manter o joguinho interessante.

Por exemplo, na última vez que brincamos, começamos com reconhecimento de bonecos. Num primeiro momento, entregava um trio de bonecos e pedia para que meu filho ou filha identificasse qual era o super-herói, ou o guerreiro com arco-e-flecha, ou o smurf que estava lendo, etc. Depois mudei um pouco e passei a entregar grupos de 3 ou 4 bonecos e pedia para que a criança me dissesse que grupo de bonecos eles eram, podia ser de animais ou de índios ou de monstros, etc. Por fim, eu dizia que os próximos bonecos eram todos personagens de filme ou amigos do Snoopy, por exemplo, e os entregava à criança um por um e ela tinha que me dizer que personagem era exatamente. P1040970

Trabalhando em dupla: achar balões escondidos

Enumerei vinte balões e escondi-os pela casa, alguns mais visíveis e outros mais difíceis de serem encontrados. Para conseguir fazer isso sem que meus filhos me vissem, dei duas lanternas e pedi para eles ficarem por alguns minutos no banheiro com as luzes apagadas (é o único cômodo da minha casa que fica totalmente escuro) como breve distração.

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Ao terminar de escondê-los, coloquei as crianças em pares e dei a cada dupla uma folha com desenhos dos cômodos e os números de 1 a 20. A regra do jogo era a seguinte:de mãos dadas, cada dupla deveria procurar por todos os balões (eu dei a dica de que havia 4 por cômodo) e ligar o número do balão encontrado ao desenho do lugar onde ele estava escondido.

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Nem sempre eles ficaram com as mãos dadas, mas conseguiram ao menos permaneciam perto de suas duplas. O mais velho fez tudo numa absoluta tranquilidade com o de 2 aninhos, que também chegou a contribuir achando um balão antes do irmão. Eles entravam num recinto e ali ficavam até acharem todos os 4 balões. Mas as duas outras duplas estavam tão agitadas e ansiosas com a caça que corriam de um lado para o outro. Certamente foram elas que deram o ritmo frenético à brincadeira.

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Depois que verificamos o desempenho de cada dupla, a tarde continuou bem animada. Os balões serviram de estrelas, bolas de futebol, de baseball e de golf. Quando o pai chegou, ele reuniu todos os balões num canto e pedia para acharem um determinado balão. Também brincamos de correr equilibrando 4 ou 5 balões nos braços. Só não deixei espocarem… Essa fica para outro dia.

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Pegadas pela casa

Essa atividade envolve em muito movimento e pode ser adaptada facilmente para ser mais lenta ou rápida, mais fácil ou difícil.

A ideia é imprimir muitas imagens de pares de pés e mãos, recortá-los e espalhados pela casa para os pequenos porem seus pés e suas mãos exatamente nos lugares e nas posições das imagens.

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Eu imprimi em cores diferentes para facilitar a identificação dos pés e das mãos que compunham um par. E de fato durante a nossa brincadeira eles não tiveram nenhuma dúvida onde deveriam ir suas mãos e pés a cada parada.

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Preguei os kits de pegadas pelo chão, nas paredes e até em móveis, como o sofá, cadeiras, e mesas. Algumas vezes os colocava perto uns dos outros, outras vezes distantes. Também cheguei a colocar um lado mais à frente que o outro e até invertido, uma mão para cima e outra para baixo ou os pés cruzados.

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Fiz 2 percursos. E em ambos, propus aumentar a velocidade a cada vez que decidiam completar uma volta. Foi bem divertido.

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