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Substantivos comuns e próprios no celular

Para maximizar a compreensão e retenção do conceito de substantivo e a diferença entre os comuns e os próprios, eu fiz duas atividades com meu filho. Aqui mostro a primeira. 

Exemplo de 4 tabs abertas com figuras: uma Ferrari, o Cristo Redentor, o Rio Amazonas e o Homem-Aranha

Exemplo de 4 tabs abertas com figuras: uma Ferrari, o Cristo Redentor, o Rio Amazonas e o Homem-Aranha

Selecionei imagens no browser do meu celular e deixei cada imagem aberta numa página (tab) de modo que eu pudesse ir de uma imagem à outra com facilidade. Um carro Ferrari, o rato Mickey Mouse e o Rio Amazonas são três dentre dez imagens que escolhi. Então, pedi para que ele identificasse as figuras usando ambos os tipos de substantivos. Por exemplo: ao ver a imagem do nosso planeta, ele disse “planeta” sendo o substantivo comum e “Terra” o substantivo próprio. 

Referente à imagem acima ele escreveu: cidade (comum) / Rio de Janeiro (próprio)

Referente à imagem acima ele escreveu: cidade (comum) / Rio de Janeiro (próprio)

Eu o encorajei a dar mais de uma respostas para algumas imagens. Quando mostrei o Cristo Redentor, ele disse “cidade / Rio de Janeiro.” Mas depois que eu perguntei sobre o monumento em si, ele respondeu “estátua / Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.” 

Uma vez terminada a sequência de imagens, pedi para ele fazer o mesmo preenchendo uma tabela no caderno. Muito simples, não? Mas somente o fato dele poder manusear meu celular foi o suficiente para despertar seu interesse. Amanhã sai a outra atividade.

Horas analógicas e digitais

A leitura das horas realmente não é algo fácil para as crianças. Exige bastante prática. Meu filho está revendo o assunto em Matemática e minha filha o verá em Ciências ao tratar sobre a passagem do tempo.

Meu filhão posicionando os ponteiros

Meu filhão posicionando os ponteiros

Começamos pelo básico: mostrei a hora em relógio digital (E.g.: 6:25) e depois num relógio analógico. Para isso, usamos um relógio de brinquedo, sempre explicando como se usava os ponteiros e como se lia as horas e os minutos, especialmente quando se refere à próxima hora (E.g.: 7:50, dez para as oito).

Meu filho levou alguns bons minutos para entender que quando o ponteiro maior estiver no 8, 9, 10 ou 11, é muito comum fazermos referência à próxima hora e não à hora corrente. Percebi que essa forma torna-se ainda mais difícil em relógios digitais, pois eles não dispõem das pistas visuais dos analógicos, mas contam unicamente com a nossa memória.

Meu filhão desligando o alarme e lendo a hora

Meu filhão desligando o alarme e lendo a hora

Para exercitar essa forma de leitura, bolei a seguinte atividade. Coloquei o despertador do celular para tocar várias vezes ao longo de uma tarde: 14:30, 15:15, 16:50, 17:45 e 18:40 e o escondi (em lugares bem fáceis e audíveis). Toda vez que o alarme tocava, ele deveria achar o aparelho, desligá-lo e me dizer que horas eram usando a forma de referência à próxima hora sempre que possível. Foi um barato!