Uma atividade que fez bastante sucesso durante nosso estudo das partes da casa em inglês foi o acha-acha de balão (oposto ao esconde-esconde). Eu tinha duas intenções: primeiro, promover e reforçar o vocabulário específico do assunto (cômodos e móveis), a estrutura “in the (part of the house)” e as preposições “on/in/under”. E segundo, aprender brincando!

Tinha gente sentada na cadeira,...
Tinha gente sentada na cadeira,…

Foi necessário uma pequena preparação: enchi vários balões coloridos, desenhei um rostinho em cada um e identifiquei-os com o nome de alguém conhecido. Os espalhei pela casa, posicionando-os inclusive em lugares inusitados, como, por exemplo, debaixo do teclado e na pia do banheiro.

...debaixo da mesa do teclado...
…debaixo da mesa do teclado…

A primeira atividade consistia em passear pela casa e, ao se deparar com “alguém”, exclamar algo do tipo: “Look! André is in the …!” ou “I found Aunt Lia on the piano!” As crianças se divertiam quando viam “quem” eram os balões. À minha filha de 5 anos, que está aprendendo a ler, eu pedia para que ela lesse os nomes.

Depois de achados todos os balões, nos reunimos na sala e desafiei-os a lembrarem onde todos os conhecidos estavam, indicando os cômodos. Muito motivados, eles prontamente começaram: “Uncle Davi is in the living room!”, etc.

...até dentro do cesto de brinquedos!
…até dentro do cesto de brinquedos!

O clímax foi o acha-acha. Reposicionei os balões pela casa, uns ficando mais escondidos que outros, enquanto eles ficaram esperando num quarto. Então, expliquei que havia escondido os balões-pessoas pela casa e que eles teriam que procurá-los. Eles teriam 10 segundos para cada um reportar pelo menos 1 balão. Após o corre-corre, eles retornavam e diziam quem eram e onde estavam os balões: “It’s Davi. In the kitchen!” Repetimos esse processo 5 vezes!

Tirando uma soneca no quarto.
Tirando uma soneca no quarto.

Muitas vezes, as respostas e frases não saíam perfeitas nem rápidas. Foi preciso paciência para deixá-las terminar de se expressarem. Busquei não interrompê-las, pois nesse caso havia muita emoção em jogo. Afinal, elas não estavam preocupadas somente com a estrutura correta e o vocabulário de uma outra língua, mas principalmente em realizar o que foi pedido, finalizar a brincadeira!

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