Quando uma pessoa pergunta O que é isso? fica implícito que ela não sabe do que se trata, certo? Meu filho de 7 anos pensa da mesma forma. Fui praticar What’s this?/What is it? na identificação de objetos escolares daquele velho e tedioso modo: apontar para uma figura, fazer a pergunta e esperar a resposta It’s a/an… Errei feio. Ele logo me falou que essa atividade era chata porque não havia necessidade de eu o questionar, uma vez que nós dois já conhecíamos os objetos. Pensei com os meus botões: “Faz sentido.”

Comecei escondendo objetos num saco para ele adivinhar. Num outro momento vendei seus olhos para ele adivinhar novamente. Num outro dia, tirei fotos dos objetos bem de pertinho, revelando somente detalhes. Finalmente, bolei a seguinte atividade.

What's this? I think it's a pen.
What’s this? I think it’s a pen.

Decidi esconder figuras parcialmente e questioná-lo que objetos eram aqueles. Sobrepondo um papel grosso e escuro com um furo no meio a uma figura (as outras ficam viradas para baixo), pedia para ele me dizer o que era. Ele passeava a folha preta tentando descobrir detalhes das figuras através do buraco. E como acontece na realidade, ao tentar identificar o objeto, ora ele respondia prontamente, ora ele hesitava, com dúvidas. Vi uma abertura para ensinar I think.

What is it? It's a... book!
What is it? I think it’s a… pencil!

A atividade permitiu que praticássemos as estruturas What’s this?/What is it? perfeitamente, além de fornecer um verdadeiro motivo para o diálogo. “I think…”  veio de bônus!

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